Blog do Moisés Dutra
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Exclusivo: vaza conversa de vereador casado de Coari com ‘menina do job’: “manda teu pix”

A máscara caiu. O vereador Altemir Melo (PSDB), de 44 anos, casado e com o histórico de”homem de família” e “cidadão de igreja”, virou assunto nos e grupos de WhatsApp nesta quinta-feira (17) após o vazamento de mensagens comprometedoras trocadas com uma jovem. A reportagem do CM7 Brasil teve acesso exclusivo às conversas, que revelam um relacionamento extraconjugal recheado de mimos, encontros noturnos e transferências via Pix.

Segundo informações obtidas pela equipe de reportagem, o parlamentar teria conhecido a jovem— descrita como “linda e discreta” — em um prédio onde, supostamente, se esbarraram. A partir dali, ele procurou a jovem e começou a enviar mensagens para o Whatsapp dela, em que recebeu o apelido de “Grego”. Logo a conversa deslanchou com convites para festas, jantares pagos e até idas ao terreiro.

Um detalhe que chama ainda mais atenção é o contraste entre as duas mulheres envolvidas nessa história. A esposa de Altemir, com quem é casado há anos, é conhecida em Coari por seu perfil evangélico, recatada e atuante em ações religiosas da igreja local. Já a “menina do job” — como ficou conhecida nas redes —, se identifica como filha de santo e frequentadora de terreiro, o que deixa o escândalo ainda mais controverso, inclusive dentro da própria base conservadora do vereador.

Junto com as mensagens, a reportagem também teve acesso a comprovantes de transferência, que confirmam os depósitos realizados pelo vereador à jovem. Os valores variavam entre quantias para refeições e “presentinhos”, segundo a fonte. A identidade da garota será preservada.

A equipe de reportagem constatou que o número do telefone realmente corresponde à chave Pix do vereador.

A hipocrisia do caso chama atenção. Altemir se apresenta como um homem casado com uma mulher “correta e de igreja”, e tem base eleitoral sólida em comunidades religiosas e tradicionais de Coari. No entanto, o vazamento das mensagens expõe um comportamento questionável tanto do ponto de vista moral quanto ético. Além disso, o vereador declarou à Justiça Eleitoral não ter nenhum patrimônio e exerce exclusivamente a função de vereador — o que levanta questões sobre a origem dos recursos utilizados para bancar esse estilo de vida duplo.

Como diz o ditado: quem trai a própria casa, vai respeitar a cidade?

A população de Coari, já tão sofrida com escândalos políticos sucessivos, agora vê mais um representante se afundar em contradições e denúncias pessoais que atingem, direta ou indiretamente, sua imagem pública.

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