Blog do Moisés Dutra
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Nova variante da COVID-19 com sintoma de rouquidão desperta atenção no Brasil17 de setembro de 2025

Brasília – Autoridades de saúde brasileiras estão em alerta após a identificação de uma possível nova variante da COVID-19, popularmente apelidada de “variante da rouquidão”. O nome surgiu em razão do sintoma mais frequentemente relatado pelos pacientes: alteração na voz, caracterizada por rouquidão persistente, acompanhada de dor de garganta, tosse e fadiga.

De acordo com levantamentos realizados no estado do Piauí, cerca de metade das amostras analisadas em pacientes sintomáticos testaram positivo para essa variante. Já foram registrados casos de internações e, infelizmente, um óbito no município de Oeiras (PI).

Especialistas ressaltam que, até o momento, não há evidências de que a nova cepa seja mais letal do que variantes anteriores, nem de que as vacinas disponíveis deixem de oferecer proteção. Entretanto, a disseminação rápida e a sobrecarga do sistema de saúde em algumas cidades acendem um sinal de alerta.

Contexto internacional

Estudos globais também apontam variantes sob monitoramento pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como a Stratus e a Nimbus, que apresentam sintomas semelhantes, incluindo rouquidão, dor de garganta intensa e desconforto respiratório. A possibilidade de que a cepa identificada no Brasil esteja relacionada a essas linhagens está sendo investigada por especialistas em vigilância genômica.

Orientações à população

O Ministério da Saúde reforça as medidas preventivas já conhecidas:
• Testagem rápida: deve ser realizada até 72 horas após o início dos sintomas;
• Vacinação em dia: a imunização continua sendo a forma mais eficaz de evitar quadros graves;
• Uso de máscara: especialmente em locais fechados, aglomerados ou com pessoas sintomáticas;
• Atenção aos sintomas: rouquidão persistente, tosse seca e fadiga devem motivar busca imediata por orientação médica.

“Estamos monitorando a situação com prioridade e em contato com instituições de pesquisa para sequenciamento genético das amostras. A informação e a prevenção são nossas melhores ferramentas neste momento”, destacou um porta-voz do Ministério da Saúde.

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