Um lamentável erro médico no Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal, resultou em um transplante de rim equivocado, no qual um paciente com nome similar ao do receptor correto recebeu o órgão.
Em resposta ao incidente, o Ministério da Saúde assegurou que o paciente afetado receberá assistência integral e vitalícia por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo apoio clínico, psicológico e medicamentoso. O órgão, por não ser compatível com o tipo sanguíneo do paciente, causou uma reação grave, exigindo sua imediata remoção.
O incidente ocorreu devido a uma falha no processo de convocação do paciente, gerando confusão entre os nomes parecidos. O paciente que recebeu o transplante por engano precisou ser internado na UTI, e o órgão doado foi perdido.
Como parte das medidas de reparação, o Ministério da Saúde, através da Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes, realocou os dois pacientes – o que recebeu o órgão e o que deveria ter recebido – com prioridade máxima na lista nacional. Isso significa que, ao surgir um novo órgão compatível, eles serão os primeiros a serem considerados, visando agilizar o processo e minimizar o impacto da falha.

